Suicídio do ponto de vista d’UCEM

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Ultimamente (já há alguns meses) têm sido cada vez mais óbvias para mim as manifestações no mundo da crença egoica de separação (do Pai, como sabem os estudantes d’UCEM).

Basta ver as massas de pessoas que por trás de uniformes e “cumprindo ordens” espancam e muitas vezes matam seus irmãos em humanidade. Ou zapear pelos canais de tevê, e descobrir que os assassinatos são diversão, lazer.

Do ponto de vista deste estudante d’UCEM, toda morte é um suicídio e um assassinato ao mesmo tempo.

Posto que corpos são impermanentes, logo são irreais, e que a morte é propriedade de corpos apenas, fica fácil inferir que toda morte no nível do ego é apenas a repetição do delírio de separação: seja assassinando, seja através do suicídio, é apenas o ego achando que pode assassinar Deus.

Ao ler que algumas pessoas encontram a iluminação espiritual ao desencarnar, um desavisado pode sentir-se tentado a iluminar-se mais rapidamente por meio do suicídio. Tal atitude apenas demonstraria o quanto a pessoa não compreendeu que o ego também faz parte do Todo, ou o Todo se chamaria “parcial” ou algo assim.

O único caminho para realmente desfazer o ego é o Perdão, através dos Milagres. Milagre é quando você se dá conta que não pode haver ofensa, não pode haver crime, nada, porque na verdade nada disso onde tais incidentes possam ocorrer realmente existe.