Lulu, Tubby e a visão de um estudante d’UCEM

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A Internet andou recentemente em polvorosa por causa de dois aplicativos para redes sociais com finalidades no mínimo discutíveis: o Lulu e o Tubby.

O primeiro serve para mulheres de maneira anônima, até onde sei, avaliarem e classificarem homens, objetificando-os; dizem que é só uma maneira de as mulheres fazerem na rede social o que os homens já fazem “no mundo” desde sempre. Já o segundo, que até o presente momento nem foi lançado oficialmente, seria uma maneira de os homens fazerem vingança contra as mulheres, expondo-as covardemente.

  • Atualização: pouco depois da polêmica envolvendo os dois supostos aplicativos revelou-se que tudo não se passava de um grande boato, uma “pegadinha” de grandes proporções.

Como não poderia deixar de ser, em se tratando de invenções do ego, ambos os aplicativos se prestam para dividir e separar, para reafirmar o circuito da culpa, do medo e do ódio.

Um estudante d’UCEM tem apenas uma atitude obrigatória para com essa situação que os tais aplicativos criaram: perdoar, tendo em mente que só podemos ver no espelho aquilo que nos é próprio.

O ego, pela criação destas ferramentas que fomentam culpa, medo, ódio e separação, está meramente se autoafirmando. E somente o perdão verdadeiro e irrestrito será capaz de, um dia, desfazê-lo.