Da “utilidade” da culpa

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Hoje eu me divertia lendo textos sobre extraterrestres quando algo me fez refletir para além da brincadeira sincera de que eu não acredito em ETs porque eles são muito mentirosos.

Uma de minhas atividades favoritas na Internet tem sido, quando o tempo permite, ler blogs sobre teorias da conspiração. Embora eu esteja consciente que tudo que emana do ego é ilusão, logo mentira e doideira, algumas coisas que leio me parecem proveitosas em um certo nível.

Hoje eu me divertia lendo textos sobre extraterrestres quando algo me fez refletir para além da brincadeira sincera de que eu não acredito em ETs porque eles são muito mentirosos.

A autora do texto falava que há dois tipos de extraterrestres, os bonzinhos e os malvados. E que aqueles ficam apenas assistindo estes fazerem maldades e manipulações com os humanos sem nada dizer ou fazer por respeito ao nosso livre arbítrio.

Mais ainda, a autora dizia que os ETs malvados criam mentiras e ilusões responsabilizando os seres humanos quanto a processos naturais do planeta porque esta culpabilização da humanidade lhes interessa, uma vez que eles se alimentam da nossa energia de culpa.

Mais ainda, a autora dizia que os ETs malvados criam mentiras e ilusões responsabilizando os seres humanos quanto a processos naturais do planeta porque esta culpabilização da humanidade lhes interessa, uma vez que eles se alimentam da nossa energia de culpa.

Acertou quem pensou no ego.

Hoje é domingo de Páscoa, que em última análise significa libertação.

Libertemo-nos da mentira e do engano, portanto. Em vez de aceitar passivamente qualquer coisa que se nos apresente, cabe a nós pensar e meditar, e decidir a cada momento por aquilo que realmente queremos. Até porque estamos sempre escolhendo, e mesmo quando pensamos não escolher, estamos escolhendo que os outros decidam o que quer que seja, a despeito do que seja bom para nós.